quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Novo ciclo.... onde anda a esperança?

Olá pessoas! Ainda aí estão??

Pois, isto parou... este blog parou. Deixei-o adormecer porque o sonho que tinha ganho vida em finais de outubro tem andado meio adormecido.

No ciclo passado, 1º com o dufine, não ovulei. Tomei 1comp. por dia do 5º ao 9º dias do ciclo, fiz duas ecos de monitorização (ao 13º e 16º dias) e nada de nada de ovulação. Dufine com efeito zero.

Neste ciclo a GO mandou duplicar a dose (2comp. por dia) nos mesmos dias do ciclo, que se iniciou hoje.
Disse-me que se não resultasse, ainda havia outra via medicamentosa que podíamos seguir (não me disse qual), mas que se não obtivessemos resultados, teríamos de ir para tratamentos de infertilidade.

Note-se que esta consulta foi no dia seguinte ao da reportagem da TVI sobre casais inférteis/tratamentos de infertilidade.

Acho que me apaguei ali.
Eu e o Daddy falámos e chegámos à conclusão de que não nos vamos sujeitar a esses tratamentos. Pura e simplesmente não temos dinheiro para eles e, psicologicamente, não sei se aguentaria.

Chorei, revoltei-me, fiz a inevitável pergunta: Porquê a mim???? E acabei por me resignar e pensar que, pura e simplesmente, há coisas que não estão destinadas a acontecer.

Hoje iniciei o novo ciclo, 2ªfeira começo a nova dosagem do dufine, com a esperança de que resulte, mas com um medo tremendo que nada volte a acontecer.

E depois? Se nada resultar?
Volto à pílula? É que desde que a parei, pareço uma borbulha ambulante, principalmente na altura da toma do progeffk, os pêlos crescem com muito mais força, maioritariamente na cara, queixo, o que faz com que haja dias em que a minha auto-estima anda abaixo de cão.

Sinto que com a pílula as minhas hormonas andavam todas controladinhas, mas se estes tratamentos não resultarem, não queria voltar a ela. Não faz sentido ter uma relação estável, viver maritalmente (passo a ser tomado no mês que se aproxima), e andar a tomar a pílula.... porque haverá sempre a esperança de que um dia, quem sabe, naturalmente, a estrelinha brilhe.

Será que há outros medicamentos que tenham o mesmo efeito hormonal da pílula, mas que não sejam, simultaneamente, anticoncetivos?

As boas notícias (já chegam as más!!!!) é que já estou a trabalhar há uma semana. Algo precário, mas pronto... ao menos sempre distraio e, como já disse acima, eu e o Daddy já temos casa alugada e, em fevereiro, entramos em processo de mudanças.

Há dias mais fáceis que outros. A semana passada foi complicada, agora tenho tentado abstrair-me um bocado do assunto. O que tiver de ser, será.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Novo ciclo!

Olá meninas!

Como começou esse novo ano? Espero que 2013 seja um ano bom. Apesar de tudo aquilo que já sabemos - e sobre o qual não vale a pena falar - espero mesmo que 2013 seja um excelente ano :)

Eu cá vou indo na minha vida de desempregada e treinante.

Como referi no post anterior, terminei o progeffik 200mg (oral) no dia 30/12.

O red deu o ar de sua graça no dia 3 (após um ligeiro spotting no dia 2) e desvaneceu-se a 4. Hoje só mesmo quando me limpo aparece sangue, mas já nem passa para o penso.

Continuo a tirar a temperatura basal, por via vaginal.

Na próxima segunda-feira começo o Dufine (1comprimido por dia), que tomarei até sexta-feira (dia 11). Farei eco de monitorização por volta do 14º dia (tenho de marcar primeiro com a GO).

Estou, simultaneamente, receosa, apreensiva, esperançosa com o início do Dufine! A ver vamos :)

sábado, 29 de dezembro de 2012

update

O mês de dezembro está praticamente passado e o ano de 2012 praticamente terminado.

Sei que tenho deixado isto ao abandono, mas na realidade não há novidades. Estou no 24º dia de ciclo, reiniciei o progeffik no 16º dia e termino amanhã.

Tenho andado a medir a temperatura basal e a fazer gráficos (no mamanandco e no fertility friend) e ambos reconheceram que ovulei no 17º dia do ciclo, mas não acredito muito nisso. Que acham? Acho que detetou por causa da progesterona.

No próximo ciclo vou iniciar o Dufine, apesar de o Daddy ainda não ter ido fazer o espermograma (estou farta de lhe chatear a cabeça com isto, mas pronto...).

Espero que o dufine ajude mesmo a ovular! Tenho esperança, mas, ao mesmo tempo, medo... de não conseguir, de gastar energia numa coisa que ambos queremos sem saber se haverá o resultado desejado...

Entretanto, eu e o Daddy já andamos a ver casa para irmos morar juntos assim que possível :) Sempre aproveito para me distrair com as coisinhas necessárias!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Fi-nal-men-te!

Ei-la!

104 dias depois, a menstruação desceu! Graças ao "empurrãozão" do Progeffik.
Ontem, com uns laivozinhos cor-de-rosa, mal se notava. Hoje, já com mais força, mas nada de sangue muito abundante.

Considero hoje o dia 1 do ciclo! Ainda não vou começar o Dufine para já, o papá ainda não fez o espermograma, depois tenho de fazer a eco de monitorização e mete-se o Natal e a passagem de ano... Em janeiro começarei! :)

Depois de o red ir embora começo a medir a temperatura basal!

Pelo menos já estou menos ansiosa! :)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ansiedade

Progeffik terminado no sábado à noite. Agora espero pela menstruação... mas??? Durante quanto tempo??

Pelo que li, o progeffik funciona como o Provera, tendo como função fazer descer a menstruação, e pelo que li sobre o provera, a menstruação pode demorar entre 3 a 7 dias a chegar depois de finalizar a toma do medicamento...

Assim sendo, progeffik terminado no sábado à noite, o período deve vir entre hoje o próximo domingo. Sintomas, nada. De vez em quando, mas mesmo muitoooooooooooooooooo raramente sinto umas ligeiras moinhas na barriga, mas nada que me pareça alarmante.

Estou a ficar ansiosa, queria mesmo que a menstruação viesse para começar a tirar temperatura basal, etc...

O Daddy também ainda não foi fazer o espermograma.

Aguardemos desenvolvimentos!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Post Informativo - Dufine

Dufine



 

Indicações: No tratamento da infertilidade feminina devido a oligomenorreia ou amenorreia secundária.

Reações adversas: Perturbações visuais; hiperestimulação ovárica; afrontamento; mal estar abdominal. Ocasionalmente náuseas, vómitos, depressão, cefaleias, aumento de peso, vertigens e queda de cabelo.

Contra-indicações e precauções: Está contra-indicado na doença hepática, nos quistos ováricos, nas hemorragias uterinas anormais de causa indeterminada. Antes do início do tratamento deve excluir-se a hipótese de gravidez. Devido às possíveis perturbações visuais, as doentes devem fazer exames oftalmológicos frequentes.

Posologia: Via oral: 50 mg/dia durante 5 dias a iniciar no 2º dia da menstruação. Algumas doentes podem necessitar de um 2º ou 3º ciclo de tratamento; contudo não se recomenda uma terapêutica por longos períodos.

In www.infarmed.pt

Post Informativo - O Progeffik




 Progeffik

 
  
     1. O que é o Progeffik e para que é utilizado?
Progeffik é uma hormona (progesterona) que afecta os órgãos sexuais femininos (peito e genitais)
Progeffik é constituída pela hormona progesterona utilizada para tratamento hormonal. É utilizada no tratamento de distúrbios causados por falta de progesterona no organismo.
Progeffik apresenta-se na forma de cápsulas que podem ser administradas pela via oral ou
vaginal. A via de administração é seleccionada de acordo com o seu tipo de doença.

    2. Como tomar Progeffik?

Via Oral
Na insuficiência de progesterona, a posologia é de 200 a 300 mg de progesterona por dia.
Recomenda-se a toma deste medicamento longe das refeições, de preferência à noite ao
deitar.
Nas insuficiências lúteas (síndroma pré-menstrual, mastopatias benignas, irregularidades pré-menopausa), o tratamento habitual é de 200 mg em dose única à noite ao ou 300 mg por dia em duas tomas, 10 dias por ciclo, habitualmente do 17º ao 26º dia inclusivé.

Via Vaginal
Cada cápsula deve ser inserida profundamente na vagina.
Na substituição em progesterona no decurso de deficitis completos em mulheres privadas de ovários (programas de doação de ovócitos), o tratamento habitual (como complemento do tratamento estrogénico apropriad) é de 100 mg de progesterona por dia no 13º e 14º dia do ciclo de transferência, seguido de 200 mg de progesterona por dia do 15º ao 25º dia do ciclo.em uma ou duas tomas por dia, a partir do 26º dia e no caso de gravidez inicial, a dose deve ser no máximo 600 mg por dia em 3 tomas. Esta posologia será seguida até ao 60º dia e o mais tardar à 12ª semana de gravidez.
Na suplementação da fase lútea no curso dos ciclos de FIV, a posologia recomendada é de 400 a 600 mg por dia, em 2 ou 3 tomas, a partir do dia da injecção de HCG até à 12ª semana de gravidez.
Na suplementação da fase lútea no decurso de ciclos espontâneos ou induzidos em caso de hipofertilidade ou de esterilidade primária ou secundária nomeadamente por disovulação, a posologia aconselhada é de 200 a 300 mg por dia em 2 tomas a partir do 17º dia de ciclo durante 10 dias. O tratamento deve ser retomado o mais rápidamente possível em caso de ausência da menstruação e de diagnóstico de gravidez, até à 12ª semana de gravidez.
Na ameaça de aborto precoce ou prevenção de abortos de repetição por insuficiência lútea, a posologia recomendada é de 200 a 400 mg por dia em duas tomas, até à 12ª semana de gravidez.

    3. Efeitos secundários possíveis
Como todos os medicamentos, Progeffik pode causar efeitos secundários, no entanto, estes não se manifestam em todas as pessoas.
Os efeitos secundários mais frequentes são dores de cabeça, náuseas, distúrbios vaginais e cãibras no útero.

Na administração por via oral:
Pode surgir sonolência ou sensações de vertigens fugazes 1 a 3 horas após a ingestão do produto. Neste caso diminuir a posologia para duas cápsulas ao deitar, durante doze a catorze dias por ciclo ou adoptar a via vaginal.
Pode surgir também, encurtamento do ciclo menstrual ou perdas de sangue intercorrentes. Neste caso deslocar o início do tratamento para mais tarde no ciclo (por exemplo iniciar ao 19º dia do ciclo em vez de no 17º).

Na administração por via vaginal:
Não foi observada qualquer intolerância local, nem qualquer efeito secundário geral, no decurso dos estudos clínicos nas posologias recomendadas.

In www.infarmed.pt